Estou sempre em busca de um refúgio!

CALMARIA


As sombras do jardim entraram pela casa

A claridade luminosa do dia perdeu-se dentro da escuridão

Perderam-se também minhas ilusões, minhas canções, minhas paixões

Sobra-me agora apenas o tédio de uma longa espera

No começo da noite vou à procura de um refúgio

Estou sempre à procura de um refúgio

E desfruto as caricias do vento, os anseios do mar, tão longe

Mas não há tormentos, não há sonhos

De manhã, sabiá me chama pousado no varal de roupa

Depois voa, atrás de outros céus

Quisera eu também poder voar

Soletrar teu nome com pedaços de nuvem

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