“Quem canta, seus males espanta…”

 

CANÇÃO NO ESCURO

 

Tempos outrora, o cego, na esquina da rua, cantava acompanhado da viola.

Ao seu lado, deixava o chapéu surrado, para receber os trocados de alguma alma piedosa.

E eu, tal como o cego tocador de viola, também canto uma canção no escuro, que distrai meus pensamentos de antigas recordações.

E sem chapéu surrado ou acompanhamento, me vejo pedindo esmolas do impiedoso tempo

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