Ocus pocus…

PRINCÍPIO, MEIO E FIM

É chegada a hora de pousarmos a vassoura… Portanto, para terminarmos nosso breve passeio sobre fórmulas e encantamentos, e o resumo da possível origem das feiticeiras, que, provavelmente vieram da “Terra do Verão”, o Oriente, pelo menos assim reza a tradição, queremos definir a fronteira que separa religião e magia, em outros tempos, tão confundidas uma com a outra, mas hoje se sabe que religião é a submissão ao Senhor Todo Poderoso, a quem se faz preces e louvações, enquanto magia são ritos com a finalidade de agir sobre forças sobrenaturais, quaisquer que elas sejam, a realizarem as ordens e os desejos daqueles que as invocam, digamos os chamados magos, bruxos ou feiticeiros…
A magia, resquício de algo já perdido, tão distante, leva-nos a pensar se as práticas e rituais, por não diferirem umas das outras em várias partes do planeta, se tais práticas não vieram a existir e a se expandir (através de imigrações, invasões, etc…) a partir de um único ponto… (?!) e embora a magia tenha sido malvista por um longuíssimo tempo, e em alguns aspectos, nem funcione mais, contudo, justifica-se o seu estudo, já que ainda é praticada por povos “primitivos” e por pessoas cuja mente vagueia entre a realidade e a fantasia, e ainda por nos parecer estranha, intrigante, e, por vezes também constragedora à religião, tal como a ordem social imposta.
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