O cântaro está vazio! Oh, estafermo, que fazes tu que não tornas a enchê-lo?

MINHA NOITE NA TAVERNA

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Tenho sono!
Procuro descanso no contorno crescente da lua
O cântaro está vazio
O vinho derramado, desperdiçado sobre a mesa
escorreu e misturou-se a água esparramada no chão
Esquecido de mim, te procuro… um rosto por trás do véu…
Mas, meus amigos já se foram ou adormeceram
A taverna está solitária
E a rua deserta
Nem o jovem servente resistiu ao cansaço
Acobertado pela escuridão
Agarrou-se a noite sem estrelas
E por uns instantes pediu…
Silencio!
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