O que ainda persigo em ti, não o sei dizer…

Zombie

Zumbi

Another head hangs lowly Outra cabeça pende humilde…
Child is slowly taken Uma criança é lentamente tomada
And the violence caused such silence E a violência causou tal silêncio
Who are we mistaken? A quem estamos enganando?
But you see, it’s not me, it’s not my family Mas veja bem… não é comigo, não é a minha família…
In your head, in your head they are fighting Na sua cabeça, na sua cabeça eles estão lutando
With their tanks and their bombs Com seus tanques e suas bombas
And their bombs and their guns E suas bombas e suas armas
In your head, in your head, they are crying… Na sua cabeça, na sua cabeça, eles estão chorando
In your head, in your head Na sua cabeça, na sua cabeça
Zombie, zombie, zombie hey, hey Zumbi, zumbi, zumbi hey, hey
What’s in your head? In your head O que há na sua cabeça? Na sua cabeça…
Zombie, zombie, zombie? Zumbi, zumbi, zumbi?
Hey, hey, hey, oh, dou, dou, dou, dou, dou… Ei, ei, ei, oh, dou, dou, dou, dou, dou …
Another mother’s breaking Outra mãe está desmoronando
Heart is taking over Seu coração é tomado
When the violence causes silence Quando a violência causa silêncio…
We must be mistaken Com certeza estamos enganados
It’s the same old theme since nineteen-sixteen É o mesmo velho tema desde 1916
In your head, in your head they’re still fighting Na sua cabeça, na sua cabeça eles ainda estão lutando
With their tanks and their bombs Com seus tanques e bombas
And their bombs and their guns E suas bombas e armas
In your head, in your head, they are dying… Na sua cabeça, na sua cabeça, eles estão morrendo…
In your head, in your head Na sua cabeça, na sua cabeça
Zombie, zombie, zombie Zumbi, zumbi, zumbi
Hey, hey. What’s in your head Hey, hey. O que tem na sua cabeça
In your head Na sua cabeça
Zombie, zombie, zombie? Zumbi, zumbi, zumbi?
Hey, hey, hey, oh, oh, oh Hey, hey, hey, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, hey, oh, ya, ya-a… Oh, oh, oh, oh, hey, oh, ya, ya-a…
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Lusco-fusco! Vai-se a tarde. Boceja a noite!Barquinha de luar, no céumar, surge devagar…

MAL DORMENTE


Ah… meu amor,

Tudo me causa pena e rancor

A beleza destruída, desperdício de vida

Flores caídas, frutos arrancados, dilacerados antes do tempo,

Deixados ao chão a apodrecer

Folhas miúdas lançadas ao vento

Predestinadas ao tormento

Que tento dizer?

Se vale a pena tanto anseio

Se vale a pena tanto tecer planos e sonhos

Pra tudo, num abrir e fechar de olhos, desaparecer

A figura amada, aqui, a sorrir, sob a tua proteção

E num instante é fantasma, figura de plasma

Aurora que a saudade teima em esperar

O luto eterno aderiu-me à pele

Cerrou-me os lábios

Empalideceu-me as faces

Secou-me os olhos

E encheu-me de pesar

Meu coração é fundo pântano, encharcado de dor e mágoa

Minha alma é noite trevosa

Perdida na insensata tristeza do pensar,

Ai, o tormento de nada saber

Ai, a dor doída, maldita

Mistérios de morte, segredos de vida

Desdita

Um olhar perdido, um corpo caido

Um sofrimento constante causa-me consternação

Como fugir de inconcebível precipício?

Quem me dera alcançar uma estrela

A mais alta, a mais brilhante

E guardá-la na palma da mão

Olá, mundo!

CAMINHAR SOLITARIERRANTE

Caminhava pela cidade. Fisicamente, era eu, em carne e osso, transitando por ruas que não eram novidades para mim, porém, por dentro, era outra a cidade por onde andava; uma cidade saída da memória. Ainda é cedo, mas o sol é inclemente, penso em quanto antes, alcançar a próxima esquina, lá aonde o vento faz a curva e em cada esquina, penso te encontrar… meu andar é quase arrastado, não por preguiça, mas por força de prestar atenção… na verdade, não presto atenção em nada, pois caminho pelas ruas de uma cidade dentro de minha memória. Casualmente, esbarro em alguém, que me obriga a deixar a cidade imaginária para retornar à cidade do lado de fora; alguém que pede desculpas e continua em seu caminhar… este alguém, que, como todos nós, de futuro incerto, talvez, mais tarde, estará vivo só na lembrança de quem lhe amou, de quem lhe quis bem, ou não, quem sabe mais tarde, partirá apenas em uma longa viagem, mas depois de algum tempo estará de volta, à segurança de um porto feliz… é quem sabe… quem sabe se ele já não é somente uma miragem.
Passo agora por uma antiga e enorme casa em frente à praça da Saudade… parece estar vazia no momento, sem ninguém, parece esquecida… O pátio, cheio de folhas ressequidas, e, dois gatos amigáveis, relaxados; um sentado e outro deitado; um branco e um marrom-cinzento (?) há um jardim também, pequeno e agradável muito bom para se viver… se eu fosse uma borboleta ou um pássaro, uma fada ou então um duende, ou ainda uma joaninha faceira ou uma abelha festeira…

ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou ou OU ouououououououououououo…

A vida é feita dessa conjunção alternativa, mas cheia de possibilidades infinitas, por isso já dizia a meiga Cecília, Ou Isto ou Aquilo, questão de escolha my baby… pro mal ou pro bem há de saber quem? Assim, escolho retornar a minha cidade imaginária, porém, acabo percebendo que uma não está dissociada da outra, apenas parecem diferentes por causa das sutis modificações operadas pelos homens e pelo tempo ou será pelo tempo e pelos homens? Bem… a ordem dos fatores não altera o produto, não é mesmo?… Passo pelo Teatro, passo pelas gentes, passo pelas lojas; passo pelos carros, passo pelas casas, passo pela praça; passo pela calçada, passo pela avenida, passo pela vida? Passo como um fantasma… Passo, passo, passo… passo a passo… em compasso/descompassado… Tragicômica eternidade há no pensar ou no passar? Ora, passemos adiante… Passei…

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