Samurai Gourmet

Jeanzinho

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Tô assistindo no Netflix a série japonesa “Samurai Gourmet” e gostando muito.

Conta a história do sr. Takeshi Kasumi, um homem de 60 anos, simples e gentil, que inicia sua vida de aposentado após muitos anos de trabalho duro. Sem muito a fazer e sem grandes perspectivas, decide iniciar uma saga gastronômica (e existencial) visitando vários restaurantes – e lugares mais modestos também – a fim de conhecer pratos culinários de várias partes do mundo, que ele nunca teve tempo de conhecer. Em cada episódio, o sr. Takeshi sempre aprende algo sobre ele mesmo e sobre a vida. E toda vez que precisa encarar algum conflito (interno ou externo), o samurai aparece para lhe dar inspiração e coragem.

Não tem como eu assistir a essa série sem me lembrar o tempo todo do meu querido pai. 🙂 Ele certamente ficaria muito feliz fazendo uma aventura gastronômica igual a do sr…

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OS GOBLINS E O COVEIRO

Dickens, conta um conto longo, sobre um coveiro mal humorado, chamado Gabriel Grub, que foi sequestrado do cemitério,numa noite de Natal, onde foi passar as festa,bêbado e solitário, pelos duendes sem coração, que após o levarem para um caverna profunda e escura, só faltaram o enlouquecer repetindo em coro seu nome em voz alta e várias vezes, perguntando o que precisava e merecia Gabriel Grub. Gabriel só faltou morrer ao levar uma tremenda surra. Mas, depois desse susto, Gabriel Grub mudou da água pro vinho e durante o tempo que durou o resto de sua vida, tornou-se um homem exemplar;bom, bem-humorado e cheio de boa vontade, principalmente com as crianças, que antes, detestava de fato. Acho que o que muitos homens (e mulheres) precisam é mesmo de uma boa surra de uns duendes descolados e mágicos.

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Crazy Daisy

Foto by Raphael Alves

CRAZY DAISY

A moça que passa

Com o guarda-chuva aberto em flor

Talvez carregue consigo um amor perdido

Quem sabe uma dor

Não há nem chuva, nem sol

E ela passa, indisfarçada

Com a primavera no sombreiro

Crazy Daisy

A flor margarida

Se espreguiça

Levemente transparente

Ausente de qualquer despedida

No fim da linha do arco-iris existe um cantor de blues!


FRONTEIRAS

Havia um compasso de espera
Um tanto estranho
Fronteiras de silencio 
Demarcam o tempo
Onde estou eu nessa estrada?
Caminho desatento
De encontro ao vento
Desalento 
Iludo meu coração
Afogado em solidão 
Hummm.. hummmm
Um blues baixinho 
Ressoa em meus ouvidos
Onde estará o cantor?
Alma aprisionada
Agonia-se com o lerdo passar das horas
Caminho desatento 
De encontro ao vento
Fronteiras de silencio e solidão
Demarcam meu coração
No fim da linha do arco-iris
Perde-se a voz do cantor de blues 


Em que pensas, querida,

enquanto arrumas flores no cabelos?

Essência de fada; alma de borboleta!

Pintura_ Vladimir-Kush

Temos uma essência adormecida e a alma pela metade…

A alma é um constante fazer, um constante criar..

Essência desperta, evolução concluida!

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